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Cortinas pesadas e cheias de sobreposições são coisas que devem ficar apenas no passado. Atualmente a tendência é dar valor ao leve, ao balanço. Sem contar que cortinas assim, dão ao tecido mais tempo de vida e tornam mais vistoso e atraente o ambiente que compõem. Seguem alguns exemplos:

Seda dublada: o tecido tem um forro que lhe dá firmeza na forração de estofados. Sem essa proteção, a seda esgarça. Em cortinas, não é recomendável.

Fundo de camurça: faça uso desse artifício na parte de baixo das almofadas de sentar no chão. Em cima, o linho é boa escolha.

Voal franzido: cortinas feitas de pano fino e translúcido ficam mais elegantes quando encorpadas. Para conseguir um drapeado na medida, o segredo é comprar duas vezes a largura do corte.
Chenile e seda: o primeiro tem textura, o outro brilho. Juntos – um no estofado, o outro nas almofadas, criam um contraste agradável no tato e no visual.

Frente e verso: mesclar a frente e o verso do linho também dá bom resultado. Você pode empregar a frente (padrão alto-relevo) nos xales e nas almofadas e o verso (baixo-relevo) nas cortinas e nos estofados.

Gaze de linho e organdi, entre outros: tecidos leves e transparentes em cortinas, quando estampados, não devem ter forro. A claridade da janela valoriza a padronagem.

Limpeza
As cortinas devem ser lavadas periodicamente, lembrando que tecidos sintéticos podem ser lavados em casa, mas tecidos finos (algodão e fibras naturais) devem ser levados a lavanderias especializadas, pois precisam de cuidados especiais para evitar desbotamento ou encolhimento.

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